Está definido que o mínimo dos mínimos de actividade física que qualquer pessoa necessita é 30 minutos todos os dias de actividade física espontânea, independentemente de ser contínua ou fraccionada em dois ou três períodos, embora quanto mais melhor até certos limites. Andar a pé 30 minutos por dia já corresponde a este patamar mínimo e se for num passo mais enérgico será ainda melhor.Para que todos compreendam as orientações actuais, elas costumam expressar-se através da chamada pirâmide da actividade física. À medida que se sobe na pirâmide aumenta a intensidade das várias actividades físicas mas decresce a necessidade da sua frequência semanal. Por outras palavras: as actividades menos intensas para proporcionarem os mesmos beneficios necessitam ser diárias ou quase e o inverso vai-se aplicando à medida que aumenta a intensidade.
Assim, e porque o factor que mais se correlaciona com os riscos causados pela prática de actividade física é a sua intensidade, pode-se concluir que a actividade física ligeira a moderada, desde que diária ou quase, já proporciona ganhos muitos significativos de saúde.
Por isso todos temos a necessidade de ser activos, pelo menos meia hora diária.
Se quisermos beneficiar ainda mais a saúde pode-se substituir ou acrescentar esta actividade, em 3 a 5 dias da semana, por actividade física formal em que se previlegie o trabalho cardiovascular (marcha mais rápida, corrida lenta, bicicleta, remo ou afins) e a flexibilidade.
Se quisermos beneficiar ainda mais a saúde pode-se substituir ou acrescentar esta actividade, em 3 a 5 dias da semana, por actividade física formal em que se previlegie o trabalho cardiovascular (marcha mais rápida, corrida lenta, bicicleta, remo ou afins) e a flexibilidade. De referir que este tipo de esforços tanto se pode praticar em ambiente de health-club como no exterior. A intensidade destes programas depende de muitos factores pelo que a prescrição de exercício deve ser sempre personalizada em função das necessidades e preferências de cada um.
Para ganhos adicionais deve-se incluir trabalho de força, vulgarmente designado de musculação, 2 a 3 vezes por semana, mas isso não dispensa o trabalho cardiovascular que é o principal. Isto já vai implicar maior consumo de tempo e deslocação a um local onde haja quem oriente este tipo de trabalho. Neste terceiro nível também está a prática desportiva recreativa em substituição de algumas das sessões de treino mais rígido para evitar a saturação, embora aqui seja mais difícil delimitar a intensidade mínima e máxima a que decorre o esforço.
O quarto e último nível é o do desporto de competição que em termos de saúde é facultativo, pois os benefícios que vai trazer serão desproporcionadamente pequenos para a sua grande intensidade.
O quarto e último nível é o do desporto de competição que em termos de saúde é facultativo, pois os benefícios que vai trazer serão desproporcionadamente pequenos para a sua grande intensidade.
Fonte: Fundação Portuguesa de Cardiologia
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